Samel Health Tech: Cápsula Vanessa, Telemedicina e outras tecnologias no combate à Covid-19

A pandemia do novo coronavírus provocou uma verdadeira corrida por alternativas de controle da Covid-19. No Amazonas, a Samel foi pioneira no desenvolvimento de tecnologias que puderam auxiliar no combate à doença. O Centro de Inovação e Tecnologia Samel Health Tech, Cápsula Vanessa e Telemedicina são alguns exemplos.

Que tal saber mais sobre eles? Nós preparamos este artigo que vai explicar para você como cada um funciona. Acompanhe!

 

Samel Health Tech, Cápsula Vanessa, Telemedicina

A Samel Health Tech é um centro de inovação e tecnologia criado pelo grupo Samel.  Ele funciona como aceleradora de negócios, fábrica de startups e coworking para desenvolver soluções tecnológicas com foco em saúde e medicina.

O local tem capacidade para uso diário de 50 pessoas e fica no quarto andar do Centro Médico Getúlio Vargas, no Centro de Manaus.

Primeiros projetos do Samel Health Tech

Um dos primeiros projetos desenvolvidos pela Samel Health Tech (em tempo recorde) foi um chatbot, um canal para triagem virtual para suspeitos de Covid-19.

Nele, um robô realiza uma combinação de perguntas através de inteligência artificial e informa o usuário se ele deve buscar atendimento em uma unidade de saúde.

Quem podia usar o Chatbot?

A ferramenta ficou disponível para qualquer usuário da internet e pôde ser utilizada por toda a população amazonense, mesmo por quem não possui planos de saúde. Foi um canal de comunicação essencial para ajudar a conter o avanço da Covid-19 no estado.

Além disso, o chatbot pôde ser usado por empresas e instituições de forma gratuita incorporado nos seus sites.

Por meio dele, o usuário informava  um contato de WhatsApp para que a equipe assistencial da Samel fizesse contato por chamada de vídeo, caso a triagem do chatbot acusasse sintomas da Covid-19.

Se o usuário fosse cliente Samel ou tivesse convênio com alguma operadora de saúde parceira, como Amil, SulAmérica, por exemplo, ele era encaminhado para atendimento em uma das unidades da Samel.

 

Telemedicina: praticidade e segurança

A telemedicina funciona para clientes e conveniados da Samel. Trata-se de uma plataforma virtual por onde os profissionais de saúde realizam a consulta. Por meio deste canal, o paciente pode interagir com o médico, receber o receituário eletrônico e até mesmo requisição de exames complementares para o tratamento.

Além de facilitar o diálogo com o profissional de saúde, a telemedicina ainda evita o contato presencial que, por causa da pandemia, representava um risco da transmissão do coronavírus.

A tecnologia foi pensada para garantir ainda mais segurança na assistência básica. Mas é importante lembrar que, para casos médios e complexos, o médico encaminha o paciente para uma consulta presencial.

Caso seja, necessário, uma equipe de saúde se desloca até a casa do paciente para realizar o procedimento, como coletas de material para exame e até ultrassom.

 

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Cápsula Vanessa: uma inovação no tratamento da Covid-19

Um dos maiores problemas da pandemia foi a ausência de estruturas suficientes para tratar os infectados pelo coronavírus. Em meio ao caos, as unidades de saúde ficaram sobrecarregadas e nem sempre os pacientes recebiam um atendimento adequado.

A administradora Vanessa Xavier, que é asmática e por isso faz parte do grupo risco, contraiu a Covid-19 e precisou ser intubada na UTI de um hospital da Samel. À época, a intubação orotraqueal precoce era recomendada pela OMS porque até então não havia uma opção menos invasiva.

Isso fez com que o fisioterapeuta da Samel, Manoel Amorim, tivesse a ideia de construir a cápsula. O método permite o uso de ventilação não-invasiva nos pacientes com Covid-19, ao mesmo tempo protege a equipe médica do contato com o vírus.

O equipamento recebeu o nome de Cápsula Vanessa, em homenagem à paciente.

A invenção foi um sucesso

Ao utilizar a Cápsula Vanessa em mais de 500 pacientes, notou-se dois fatores importantes:

1. Redução no tempo de internação, que caiu de 20 para 5 dias;
2. Grande número de altas hospitalares.

Logo, o grupo Samel, em parceria com o Instituto Transire, passou a disponibilizar o dispositivo para outras unidades de saúde que quisessem utilizá-lo. Atualmente, a tecnologia está em diversos estados brasileiros e até em outros países, auxiliando no combate à pandemia.

 

Startup Lígia: inteligência artificial a favor da saúde

No centro de inovação do grupo Samel, o primeiro projeto a ser desenvolvido foi a startup “Lígia”, que desenvolve softwares de inteligência artificial e visão computacional. Com eles, pessoas tetraplégicas ou imobilizadas nos hospitais poderão se comunicar por escrito.

A solução foi criada pelo professor Manoel Cardoso e CEO da Map Inovation, que usou o nome Lígia para homenagear a ex-ginasta paranaense que ficou tetraplégica após um acidente quando treinava nas barras paralelas assimétricas.

O projeto visa beneficiar no futuro não apenas as UTIs dos hospitais, mas também aqueles deficientes que estão em casa alheios de qualquer interação. Podendo até trabalhar, se divertir e quem sabe descobrir um novo sentido para viver.

É a tecnologia que tem como objetivo devolver aos usuários uma perspectiva de adaptação à comunicação.

Dessa forma, com investimentos em tecnologias que contribuem com a qualidade de vida das pessoas, o Grupo Samel cumpre diariamente a sua missão de cuidar das pessoas nos momentos mais delicados.

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